Amora Preta é Muito Saudável Mesmo!



A origem da amora preta ainda não é muito definida, provavelmente originou-se na Ásia, e introduzida depois na Europa por volta do século XVII.
A amora preta possui características climáticas muito distintas e pode se desenvolver bem em solos variados e bem drenados com ph entre 5,5 e 6,5, com uma irrigação moderada.
A amoreira é uma árvore de grande porte e se adapta muito bem em regiões do Brasil onde o inverno é mais rigoroso.
A árvore é de corte reto ou rasteiro, podendo a sua altura chegar até 2 metros e durar até 15 anos.
As Amoreiras precisam ser podadas para limpeza e uma boa frutificação.
As folhas da Amoreira preta e as suas flores são ótimas para controlar diarreia.

Amora preta e suas propriedades nutritivas para uma alimentação saudável

Amora preta pode ser consumida In Natura., em geleias ou em doces caseiros ou vendidos em supermercados.
A Amora preta não precisa de produtos químicos para ser cultivada, sendo uma ótima opção para produção orgânica.

Pesquisas demonstraram que a amora preta produz um excelente corante artificial.

Descobriu-se, também, que a amora preta vem sendo utilizada como planta anticancerígena por uma substância contida na amora chamada ácido elágico, e como tônico muscular e no combate a osteoporose, devido à sua alta taxa de potássio (cada 100 g do fruto, 46 mg de potássio).
A amora preta também é antioxidante, depurativo do sangue, laxativo, calmante, diurético, vermífugo, etc.
Por conter níveis de pectina em abundância a amora preta auxilia na redução de colesterol no sangue. É recomendada também para quem sofre de gota, reumatismo, artrite, etc.
O suco de amora preta quente, adoçado de preferência com mel, ajuda a combater inflamação das cordas vocais, das gengivas, garganta, aftas, etc.
Já as flores secas são muito úteis no tratamento das vias urinárias, pois são muito diuréticas.
Segundo um estudo do Jornal of Neurociênce, as amoras pretas têm propriedades nutritivas que ajudam a manter o equilíbrio, a coordenação motora e a memória de pessoas com idade avançada.
Quanto às espécies de amora preta, elas chegam perto de 300.


6-REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANTUNES, L.E.C. Aspectos fenológicos, propagação e conservação pós-colheita de frutas de amoreira-preta (Rubus spp) no sul de Minas Gerais. Lavras, 1999. 129p. Tese (Doutorado em Fitotecnia) – Curso de Pós-graduação em Agronomia, Universidade Federal de Lavras, 1999.
ANTUNES, L.E.C.; CHALFUN, N.N.J.; REGINA, M. de A., et al. Fenologia e produção de variedades de amora-preta nas condições do planalto de Poços de Caldas. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.22, n.1, p.89-95, 2000a.
ANTUNES, L.E.C.; CHALFUN, N.N.J.; REGINA, M. de A. Propagação de cultivares de amoreira-preta (Rubus spp) através de estacas lenhosas. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.22, n.2, p.195-199, 2000b.
ANTUNES, L.E.C.; CHALFUN, N.N.J.; REGINA, M. de A., et al. Blossom and ripening periods of blackberry varieties in Brazil. Journal American Pomological Society, Massachusetts, v.54, n.4, p.164-168, 2000c.
BASSOLS, M. do C. A cultura da amora preta. Pelotas : EMBRAPA/UEPAE de Cascata, 1980. 11p. (Circular Técnica, 4).
BASSOLS, M. do C.M.; MOORE, J.N. ’Ébano’ thornless blackberry. Hortscience, Alexandria, v. 16, n.5, p. 686-687, 1981a.
BASSOLS, M. do C.; MOORE, J.N. ’Ébano’ primeira cultivar de amoreira-preta sem espinhos lançada no Brasil. Pelotas : EMBRAPA UEPAE de Cascata, 1981b. 16p. (EMBRAPA Doc., 2).
CALDWELL, J.D. Blackberry propagation. HortScience, Alexandria, v.19, n.2, p.193-195. 1984.
ELLIS, M.A.. CONVERSE, R.H.; WILLIANS, R.N., et al. Compendium of raspberry and blackberry diseases and insects. St. Paul : APS, 1991. 100p.
EMBRAPA. Lançamento de cultivares 1981. Pelotas : UEPAE de Cascata, 1981. 16p. (Documentos, 1).
FACCHINELLO, J.C.; HOFFMANN, A.; SANTOS, A.M. dos. Amoreira-preta, framboesa e mirtilo: pequenos frutos para o sul do Brasil. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 13, 1994, Salvador. Resumos… Salvador : Sociedade Brasileira de Fruticultura, 1994. V.3, p.989-990 .
MAAS, J.L.; GALLETTA, G.J.; STONER, G.D. Ellagic acid, an anticarciogen in fruits, especially in strawberry: a review. HortScience, Alexandria, v.26, n.1, p.10-14. 1991a.
MAAS, J.L.; WANG, S.Y.; GALLETTA, G.J. Evaluation of strawberry cultivars for ellagic acid content. HortScience, Alexandria, v.26, n.1, p.66-68. 1991b.
MOORE, J.N. Il miglioramento genetico del rovo. Rivista de Frutticoltura e di Ortifloricoltura, Bologna, v.48, n.5, p.37-40. 1986.
MOORE, J.N. Blackberry breeding. HortScience, Alexandria, v.19, n.2, p.183-185. 1984.
MOORE, J.N.; BROWN, E.; SISTRUNK, W.A. ’Comanche’ blackberry. HortScience, Alexandria, v.9, n.3, p.245-246. 1974a.
MOORE, J.N.; BROWN, E.; SISTRUNK, W.A. ’Cherokee’ blackberry. HortScience, Alexandria, v.9, n.3, p.246. 1974b.
MOREIRA, J.M.B. Aproveitamento industrial de amoreira-preta. Hortisul, Pelotas, v.1, n.0, p.17-18, 1989.
MORRIS, J.R.; SPAYD, S.E.; BROOKS, J.G., et al. Influence of postharvest holding on raw and processad quality of machine harvested blackberries. Journal American Society for Horticultural Science, Alexandria, v.106, n.6, p.769-775, 1981.
NUNES, R. de P.; GONSALVES, R.S. (Coord.) Novas cultivares. Brasília : EMBRAPA, 1981. 64p. (Boletim n. 8).
PERKINS-VEAZIE, P.; COLLINS, J.K.; CLARK, J.R., et al. Air shipment of ’Navaho’ blackberry fruit to Europe is feasible. HortScience, Alexandria, v.32, n.1, p.132. 1997.
PERKINS-VEAZIE, P.; COLLINS, J.R. Cultivar and maturity affect postharvest quality fruit from erect blackberry. HortScience, Alexandria, v.31, n.2, p.258-261, 1996.
PERKINS-VEAZIE, P.; COLLINS, J.K.; CLARK, J.R. Changes in blackberry fruit quality during storage. Acta Horticulturae, v.352, p.87-90, 1993.
PERUZZO, E.L.; DAL BÓ, M.A.; PICCOLI, P.S. Amoreira-preta: variedades e propagação. Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v.8, n.3, p.53-55, 1995.
POLING, E.B. Blackberries. Journal of Small Fruit and Viticulture, v.14, n.1-2, p.38-69. 1996.
RASEIRA, A.; SANTOS, A.M. dos; RASEIRA, M. do C.B. Caingangue, nova cultivar de amoreira-preta para consumo ’in natura’. HortiSul, Pelotas, v.2, n.3, p.11-12,1992.
RASEIRA, M. do C.B.; SANTOS, A.M. dos; MADAIL, J.C.M. Amora preta: cultivo e utilização. Pelotas : EMBRAPA. CNPFT, 1984. 20p. (Circular Técnica, 11).
SANTOS, A.M. dos; RASEIRA, M. do C.B. Lançamento de cultivares de amoreira-preta. Pelotas : EMBRAPA – CNPFT, 1988. n.p. (EMBRAPA: Informativo 23).
SMITH, B.J.; FOX, J. A. Rosetta (Double Blosson). In: ELLIS, M.A.; CONVERSE, R. H.; WILLIANS, R.N., et al. Compendium of raspberry and blackberry diseases and insects. St. Paul : APS, 1991. p.13.
SHERMAN, W.B.; SHARPE, R.H. Breeding Rubus for warm climate. HortScience, Alexandria, v.6, n.2, p.147-149. 1971.
SHOEMAKER, J.A. Small fruit culture. Westport, Conn : AVI, 1978. Bramble fruits: p.188-250.
STOUTEMYER, V.T.; MANEY, T.J.; PICKETT, B.S. A rapid method of propagating raspberries and blackberries by leaf-bud cutting. Proceedings American Society for Horticultural Science, v.30, p.278-282. 1933.
TRAVIS, J.N.; RYTTER, J. Antracnose. In: ELLIS, M.A.; CONVERSE, R. H.; WILLIANS, R.N., et al. Compendium of raspberry and blackberry diseases and insects. St. Paul: APS, 1991. p.3.
WALDO, G.F. ’Thornless Evergreen’ – Oregon’s leading blackberry. Fruit Varieties Journal, Massachusetts, v.31, n.2, p.26-30, 1977.
WANG, S.Y.; MAAS, J.L.; PAYNE, J.A., et al. Ellagic acid content in small fruits mayhaws, and other plants. Journal small fruit and viticulture, v.2, n.4, p.11-49, 1994.



O Todafruta agradece a valiosa colaboração do Dr.Edson Credidio – Médico Nutrólogo, Título de Especialista em “Gestão da Qualidade e Segurança dos Alimentos” pela Unicamp , Coordenador do Sistema Nutrosoft , Coordenador do Selo ABRAN , Diretor da ABRAN – credidio@terra.com.br


Os profissionais da área da saúde são os indicados para avaliar a sua dieta.





Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Alzheimer: Alimentação Saudável e Ácido Fólico

Melancia e Suas Propriedades

Nutrientes e Suas Funções